O deputado Graciosense, Luís Henrique Silva, do PSD, interviu em sessão de Plenário na tarde de ontem, sobre o tema da saúde. Na intervenção, o deputado comparou hospitais da Região a hospitais empresas, realçando por exemplo, o facto destes ainda não terem acordaram os seus projectos programas, situação que tem levado a atrasos nas consultas ou nas comparticipações, que já têm atrasos de um ano.
Um ano à espera de uma consulta de cardiologia, o facto de alguém pagar 75 euros e receber 1 euro e 12 cêntimos como comparticipação, são “aspectos inadmissíveis”, que necessitam da intervenção urgente do Secretário, é assegura Luís Henrique Silva.
A falta de capacidade de resposta do Serviço Regional de Saúde em consultas de especialidade e o corte de acompanhantes, foram outras questões que o deputado apresentou na sua intervenção, terminando o seu discurso com a afirmação de que, “Certamente que o que o futuro nos reserva em matéria de saúde, é uma maior pressão sobre as urgências e consultas externas dos Hospitais EPEs, em detrimento da saúde familiar e comunitária que deveria ser a grande e urgentíssima aposta do Serviço Regional de Saúde.”
Os transportes, foram uma vez mais assunto de debate em sessão de Plenário, mais concretamente, falta de eficácia da empresa Regional, Sata.
Luís Henrique Silva, critica e ressalva que a Sata é que deve se adequar às necessidades das pessoas, não as pessoas à disponibilidade da Sata. Defende ainda, que por São Miguel ser uma ilha privilegiada em matéria de turismo, isso leva a que as restantes ilhas sejam prejudicadas, principalmente no que respeita aos transportes.
Na Graciosa é recente a polémica, noticiada pela Rádio Graciosa, sobre a indisponibilidade da Sata, em garantir um voo, para os 150 emigrantes, que pretendem vir à Graciosa no próximo mês de Agosto às maiores festas da ilha, as do Senhor Santo Cristo dos Milagres.
Um ano à espera de uma consulta de cardiologia, o facto de alguém pagar 75 euros e receber 1 euro e 12 cêntimos como comparticipação, são “aspectos inadmissíveis”, que necessitam da intervenção urgente do Secretário, é assegura Luís Henrique Silva.
A falta de capacidade de resposta do Serviço Regional de Saúde em consultas de especialidade e o corte de acompanhantes, foram outras questões que o deputado apresentou na sua intervenção, terminando o seu discurso com a afirmação de que, “Certamente que o que o futuro nos reserva em matéria de saúde, é uma maior pressão sobre as urgências e consultas externas dos Hospitais EPEs, em detrimento da saúde familiar e comunitária que deveria ser a grande e urgentíssima aposta do Serviço Regional de Saúde.”
Os transportes, foram uma vez mais assunto de debate em sessão de Plenário, mais concretamente, falta de eficácia da empresa Regional, Sata.
Luís Henrique Silva, critica e ressalva que a Sata é que deve se adequar às necessidades das pessoas, não as pessoas à disponibilidade da Sata. Defende ainda, que por São Miguel ser uma ilha privilegiada em matéria de turismo, isso leva a que as restantes ilhas sejam prejudicadas, principalmente no que respeita aos transportes.
Na Graciosa é recente a polémica, noticiada pela Rádio Graciosa, sobre a indisponibilidade da Sata, em garantir um voo, para os 150 emigrantes, que pretendem vir à Graciosa no próximo mês de Agosto às maiores festas da ilha, as do Senhor Santo Cristo dos Milagres.



quarta-feira, abril 18, 2007
Rádio Graciosa