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Rádio Graciosa


27 abril 2007

Presidente do Governo defende acção para concretizar objectivos do 25 de Abril

O presidente do Governo Regional dos Açores alertou, hoje, para a necessidade de se "agir" para que os objectivos do 25 de Abril – mais igualdade, mais oportunidades e mais direitos – sejam mais concretizáveis no dia-a-dia.
"Mais do que falar, falar", importa "agir e agir bem" nos Açores para a concretização dos ideais da Revolução de há 33 anos e para fazer passar a mensagem de Abril aos jovens e às famílias, acrescentou Carlos César, que celebrou a efeméride com a entrega de onze habitações construídas pelo Governo para realojar outros tantos agregados familiares em duas zonas residenciais da ilha de S. Miguel – Valados (Relva) e Santa Bárbara, de Ponta Delgada.
Numa intervenção em Santa Bárbara, o chefe do executivo sublinhou que as casas hoje entregues não são "casas de pobres como antigamente se fazia", construindo-se, hoje, nos Açores, moradias de "qualidade para cidadãos que precisam de apoio, mas que têm tanto direito, como outros quaisquer, a habitação condigna".
Realçou a participação de milhares de pessoas, em todas as ilhas, em actividades de carácter social e cultural e na construção da Autonomia e o privilégio que as instituições têm de "dar um sentido à Democracia", procurando realizar, no dia-a-dia, o caminho traçado pelo 25 de Abril – garantir o direito ao emprego e o acesso generalizado à educação, à saúde e à habitação.
Esse caminho tem sido uma preocupação constante do Governo Regional, garantiu, ao destacar o particular empenho na área da habitação, essencial para a promoção social e protecção das famílias.
Para ilustrar o desempenho do seu executivo neste sector, indicou que, durante a actual legislatura, serão executados ou iniciados 1.500 fogos pelo regime construção a custos controlados e 400 destinados ao realojamento de famílias carenciadas.
Carlos César referiu-se, ainda, à necessidade de fortalecer a Autonomia Regional e os poderes do Parlamento, de se ter uma oposição "menos trivial", não servindo apenas para "fazer chacota", mas constituindo uma alternativa" e de um Governo mais "inconformista".

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