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Rádio Graciosa


09 junho 2006

Resolução dos problemas das crianças e jovens em risco não pode ter apenas como enfoque as comissões de protecção

A resolução dos problemas à volta das crianças e jovens em risco “não pode ter apenas como enfoque as comissões de protecção”, pois passa, muitas vezes, pelo envolvimento de outras entidades, como o Ministério Público e tribunais.
A ideia foi expressa, na Horta, pela assessora para os Assuntos Sociais do presidente do Governo Regional, Isabel Almeida Rodrigues, que reconheceu, todavia, que, face aos recursos de que dispõem, “ninguém melhor que as comissões de protecção em sede alargada pode ajudar a resolver esses problemas”.
Insistiu, igualmente, na ideia de que é fundamental “atacar o problema individual da criança ou do jovem em risco o mais rápido possível”, ainda que, nalguns casos, as comissões de protecção lutem com carências de recursos e de formação.
Segundo revelou, vai ser possível conhecer, ainda este mês, a realidade açoriana no que respeita à situação das crianças e jovens em risco, com informação desagregada não só ao nível de cada ilha mas também de cada concelho, “o que possibilitará, depois, trabalhar estratégias adequadas a cada situação”.

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