O Governo açoriano anunciou no final da passada semana, a criação de um Plano Tecnológico e de Inovação Empresarial, coordenado por Veiga Simão, com o objectivo de aumentar a competitividade das empresas do arquipélago no período de 2007-2013
O director regional do Comércio, Indústria e Energia, José Luís Amaral, adiantou que o principal objectivo deste plano, que deverá ficar concluído no final deste ano ou no início de 2007, passa por aumentar a competitividade nas ilhas, sempre com o enfoque nas empresas, mas com apoio e parcerias dos diversos centros de conhecimento.
De acordo com José Luís Amaral, a criação deste documento, para vigorar durante o próximo Quadro Comunitário de Apoio, tem em conta a necessidade de uma "nova geração de políticas", assentes numa "economia baseada na inovação" e na qualificação dos recursos humanos.
Carlos Brum, presidente do Núcleo Empresarial da Graciosa, afirma que o plano vai de encontro a todas as necessidades, que provocam a falta de competitividade das empresas açoreanas com as do continente, dai ser muito importante.
O representante dos comerciantes graciosenses, não deixou no entanto de salvaguardar que se trata de um plano, devendo-se esperar que seja depois aplicado, o que nem sempre tem acontecido.
Caso seja implementado nos Açores, o Plano Tecnológico e de Inovação Empresarial terá um papel fundamental para o sector empresarial.
O director regional do Comércio, Indústria e Energia, José Luís Amaral, adiantou que o principal objectivo deste plano, que deverá ficar concluído no final deste ano ou no início de 2007, passa por aumentar a competitividade nas ilhas, sempre com o enfoque nas empresas, mas com apoio e parcerias dos diversos centros de conhecimento.
De acordo com José Luís Amaral, a criação deste documento, para vigorar durante o próximo Quadro Comunitário de Apoio, tem em conta a necessidade de uma "nova geração de políticas", assentes numa "economia baseada na inovação" e na qualificação dos recursos humanos.
Carlos Brum, presidente do Núcleo Empresarial da Graciosa, afirma que o plano vai de encontro a todas as necessidades, que provocam a falta de competitividade das empresas açoreanas com as do continente, dai ser muito importante.
O representante dos comerciantes graciosenses, não deixou no entanto de salvaguardar que se trata de um plano, devendo-se esperar que seja depois aplicado, o que nem sempre tem acontecido.
Caso seja implementado nos Açores, o Plano Tecnológico e de Inovação Empresarial terá um papel fundamental para o sector empresarial.



segunda-feira, junho 12, 2006
Rádio Graciosa
