O secretário regional dos Assuntos Sociais defendeu hoje que a criação da Carta de Saúde dos Açores, cujo projecto de elaboração foi entregue a uma empresa privada, constitui um "instrumento fundamental" para gestão futura das unidades de saúde
Domingos Cunha adiantou à agência Lusa que será efectuado um levantamento dos recursos humanos e técnicos existentes nos hospitais e centros de saúde do arquipélago e perspectivadas as necessidades futuras do sector.
Segundo explicou, o projecto pretende definir onde e quais as especialidades que deverão estar disponíveis nas unidades de saúde do arquipélago e quais os equipamentos necessários para prestar os adequados cuidados de saúde.
"Não faz sentido, por exemplo, abrir nos três hospitais açorianos a mesma especialidade de cirurgia", afirmou o governante, ao justificar que a medida não implicará "necessariamente" um acréscimo de custos com deslocação de doentes de uma ilha para outra.
Domingos Cunha apontou que a experiência piloto de telemedicina, a decorrer na unidade de saúde da ilha das Flores, está a revelar-se "muito positiva", pelo que poderá ser, no futuro, uma "alternativa viável" para muitas especialidades clínicas.
"É necessário rentabilizar os recursos existentes" advogou o responsável, através da distribuição das várias especialidades médicas pelas unidades de saúde açoriana e "não de sua multiplicação como até agora". O trabalho, que será elaborado por uma equipa com experiência a nível nacional e internacional na área do planeamento de serviços de saúde, deverá estar concluído até ao final do ano, disse.
Domingos Cunha adiantou, ainda, que o Governo Regional teve de recorrer a uma empresa privada para realizar este trabalho orçado em 150 mil euros, dado que "as instituições públicas com vocação nessa área não se mostraram disponíveis em colaborar".
Domingos Cunha adiantou à agência Lusa que será efectuado um levantamento dos recursos humanos e técnicos existentes nos hospitais e centros de saúde do arquipélago e perspectivadas as necessidades futuras do sector.
Segundo explicou, o projecto pretende definir onde e quais as especialidades que deverão estar disponíveis nas unidades de saúde do arquipélago e quais os equipamentos necessários para prestar os adequados cuidados de saúde.
"Não faz sentido, por exemplo, abrir nos três hospitais açorianos a mesma especialidade de cirurgia", afirmou o governante, ao justificar que a medida não implicará "necessariamente" um acréscimo de custos com deslocação de doentes de uma ilha para outra.
Domingos Cunha apontou que a experiência piloto de telemedicina, a decorrer na unidade de saúde da ilha das Flores, está a revelar-se "muito positiva", pelo que poderá ser, no futuro, uma "alternativa viável" para muitas especialidades clínicas.
"É necessário rentabilizar os recursos existentes" advogou o responsável, através da distribuição das várias especialidades médicas pelas unidades de saúde açoriana e "não de sua multiplicação como até agora". O trabalho, que será elaborado por uma equipa com experiência a nível nacional e internacional na área do planeamento de serviços de saúde, deverá estar concluído até ao final do ano, disse.
Domingos Cunha adiantou, ainda, que o Governo Regional teve de recorrer a uma empresa privada para realizar este trabalho orçado em 150 mil euros, dado que "as instituições públicas com vocação nessa área não se mostraram disponíveis em colaborar".



quinta-feira, junho 22, 2006
Rádio Graciosa