O director da cadeia, Alexandre Bettencourt, disse à agência Lusa que, além de contribuírem para a reinserção dos reclusos, os cursos são "uma forma de aquisição de conhecimentos e competências".
"Um cidadão que cumpriu uma pena de prisão sentir-se-á mais seguro, quando sair em liberdade, se possuir um instrumento que lhe possa garantir uma ocupação profissional", acrescentou Alexandre Bettencourt.
Segundo este responsável, está a decorrer uma acção de formação sobre restauro de Arte Sacra, frequentado por sete pessoas e que ocupa estes reclusos durante três horas diárias.
Angra do Heroísmo é uma cidade Património Mundial, possuindo "muitas obras de arte à espera de restauro, o que pode indiciar boas perspectivas para uma saída profissional", disse Alexandre Bettencourt, antevendo uma possível ocupação dos reclusos após o cumprimento da pena.
A maioria dos 63 reclusos, quatro dos quais mulheres, têm vindo a frequentar diversas acções de formação nas áreas da informática, canalização, carpintaria e restauro de mobiliário.
São, também, promovidas aulas do primeiro ciclo do ensino básico, para dez pessoas, enquanto outras onze frequentam diferentes níveis de ensino, até ao nono ano de escolaridade obrigatória, disse.
O director do estabelecimento prisional de Angra do Heroísmo revelou estar em estudo a possibilidade de vir a ser ministrado um curso de condução automóvel, uma vez que "trinta por cento dos reclusos estão detidos por crimes relacionados com condução sem carta".
As acções de formação, segundo Alexandre Bettencourt, são ministradas por professores e profissionais de diversas artes, em regime de voluntariado.
"Um cidadão que cumpriu uma pena de prisão sentir-se-á mais seguro, quando sair em liberdade, se possuir um instrumento que lhe possa garantir uma ocupação profissional", acrescentou Alexandre Bettencourt.
Segundo este responsável, está a decorrer uma acção de formação sobre restauro de Arte Sacra, frequentado por sete pessoas e que ocupa estes reclusos durante três horas diárias.
Angra do Heroísmo é uma cidade Património Mundial, possuindo "muitas obras de arte à espera de restauro, o que pode indiciar boas perspectivas para uma saída profissional", disse Alexandre Bettencourt, antevendo uma possível ocupação dos reclusos após o cumprimento da pena.
A maioria dos 63 reclusos, quatro dos quais mulheres, têm vindo a frequentar diversas acções de formação nas áreas da informática, canalização, carpintaria e restauro de mobiliário.
São, também, promovidas aulas do primeiro ciclo do ensino básico, para dez pessoas, enquanto outras onze frequentam diferentes níveis de ensino, até ao nono ano de escolaridade obrigatória, disse.
O director do estabelecimento prisional de Angra do Heroísmo revelou estar em estudo a possibilidade de vir a ser ministrado um curso de condução automóvel, uma vez que "trinta por cento dos reclusos estão detidos por crimes relacionados com condução sem carta".
As acções de formação, segundo Alexandre Bettencourt, são ministradas por professores e profissionais de diversas artes, em regime de voluntariado.



terça-feira, junho 20, 2006
Rádio Graciosa