A Procuradoria da República encerrou o inquérito instaurado à SATA Internacional, alvo em 2004 de uma acusação de falsificação e contrafacção de documentos, depois de concluir que a transportadora aérea está "livre de qualquer responsabilidade criminal"
No final de 2004, a transportadora açoriana foi alvo de uma denúncia anónima que acusava a empresa de falsificação e contrafacção de documentos relativos a despesas com pessoal, caso de ajudas de custo e pagamento de horas extraordinárias.
As investigações levaram elementos da Polícia Judiciária às instalações da SATA Internacional, nas cidades de Ponta Delgada e Lisboa.
Fonte da companhia adiantou hoje à agência Lusa ter ficado provado que a SATA Internacional, que assegura os voos para o exterior dos Açores, "tinha regularizadas todas as suas obrigações, não havendo indícios de qualquer fraude fiscal".
Os alegados factos "descritos e apontados pela denunciante, susceptíveis de configurar a prática de um crime de fraude fiscal, não ficaram provados", adiantou a mesma fonte.
De acordo com a mesma fonte, segundo a decisão da Procuradoria da República, através do Tribunal Judicial de Ponta Delgada, foi "feita prova bastante de se não ter verificado crime", o que faz com que a companhia esteja "livre de qualquer responsabilidade criminal".
No final de 2004, a transportadora açoriana foi alvo de uma denúncia anónima que acusava a empresa de falsificação e contrafacção de documentos relativos a despesas com pessoal, caso de ajudas de custo e pagamento de horas extraordinárias.
As investigações levaram elementos da Polícia Judiciária às instalações da SATA Internacional, nas cidades de Ponta Delgada e Lisboa.
Fonte da companhia adiantou hoje à agência Lusa ter ficado provado que a SATA Internacional, que assegura os voos para o exterior dos Açores, "tinha regularizadas todas as suas obrigações, não havendo indícios de qualquer fraude fiscal".
Os alegados factos "descritos e apontados pela denunciante, susceptíveis de configurar a prática de um crime de fraude fiscal, não ficaram provados", adiantou a mesma fonte.
De acordo com a mesma fonte, segundo a decisão da Procuradoria da República, através do Tribunal Judicial de Ponta Delgada, foi "feita prova bastante de se não ter verificado crime", o que faz com que a companhia esteja "livre de qualquer responsabilidade criminal".



quarta-feira, maio 24, 2006
Rádio Graciosa
