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Rádio Graciosa


30 abril 2006

factos & (e)feitos


Descobrimento da Ilha

Portugal, país magro em tamanho, rectângulo encostado ao mar, descobriu no oceano atlântico o sonho de grandeza e expansão.
Tudo acontece depois de 1415, iniciada a conquista portuguesa de Ceuta no norte de África.
Tarefa atribuída ao filho do rei D. João I, o Infante D. Henrique, que funda escola náutica, lançam-se por intermédio dele, as viagens aventurosas por mares adentro, tendo por consequência a chegada aos Açores em 1427, por Diogo de Silves, começando por Santa Maria, a ilha mais oriental, seguindo-se S. Miguel, depois Terceira (a 3ª na ordem da descoberta, mas cujo nome não deve ao facto) a que se juntam as demais, entre aquele ano e 1437, quando em 2 de Julho começa o povoamento por licença régia.

Há notícia da localização imprecisa de ilhas em pleno atlântico em mapas anteriores ao descobrimento português.
Certeza histórica: eram desertas as ilhas açorianas ao tempo do achamento português no séc. XV.

À chegada ao grupo central permitiu alcançar as demais, em datas e prazos da nebulosa das discussão dos historiadores. Igual dúvida se coloca quanto ao ponto de desembarque na Ilha Graciosa, se na povoação do Carapacho, lugar mais próximo, avistado da Terceira, se no areal da Praia, por mais acessível.
(subsídios para uma descrição da Ilha Graciosa)

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