PS/Açores acusa PSD de incoerência ao pedir veto da Lei Eleitoral das ilhas.
O PS/Açores acusou o PSD da região de mostrar uma atitude "incoerente" ao anunciar que pretende pedir ao Presidente da República o veto à lei eleitoral do arquipélago aprovada por maioria nos Parlamentos Regional e Nacional.
O porta-voz dos socialistas açorianos assegurou que a lei, aprovada na Assembleia da República com os votos favoráveis de todas as bancadas, com a excpção do PSD, consagra os mesmos princípios que os sociais-democratas defendem, nomeadamente a "manutenção dos círculos de ilha e número de deputados nas ilhas mais pequenas".
Em conferência de imprensa, Francisco Coelho adiantou que o número de deputados fica garantido com a criação de um círculo regional de compensação que "corrige as entorses da proporcionalidade, ao mesmo tempo que favorece os partid os de menor expressão eleitoral".
A nova lei eleitoral dos Açores, aprovada quarta-feira, mantém os nove círculos correspondentes a cada uma das ilhas e cria um círculo de compensação, que elege cinco deputados ao parlamento açoriano, actualmente composto por 52 lugares.
A revisão da lei eleitoral pretende evitar o risco da força política mais votada para as eleições regionais não obter, porém, o maior número de deputados na Assembleia Legislativa Regional.
A criação do círculo de compensação, que aproveita os "restos" dos votos das nove ilhas, merece as maiores críticas de Costa Neves, ao alegar que, com esta solução os eleitores desconhecem em quem estão a votar.
O PS/Açores acusou o PSD da região de mostrar uma atitude "incoerente" ao anunciar que pretende pedir ao Presidente da República o veto à lei eleitoral do arquipélago aprovada por maioria nos Parlamentos Regional e Nacional.
O porta-voz dos socialistas açorianos assegurou que a lei, aprovada na Assembleia da República com os votos favoráveis de todas as bancadas, com a excpção do PSD, consagra os mesmos princípios que os sociais-democratas defendem, nomeadamente a "manutenção dos círculos de ilha e número de deputados nas ilhas mais pequenas".
Em conferência de imprensa, Francisco Coelho adiantou que o número de deputados fica garantido com a criação de um círculo regional de compensação que "corrige as entorses da proporcionalidade, ao mesmo tempo que favorece os partid os de menor expressão eleitoral".
A nova lei eleitoral dos Açores, aprovada quarta-feira, mantém os nove círculos correspondentes a cada uma das ilhas e cria um círculo de compensação, que elege cinco deputados ao parlamento açoriano, actualmente composto por 52 lugares.
A revisão da lei eleitoral pretende evitar o risco da força política mais votada para as eleições regionais não obter, porém, o maior número de deputados na Assembleia Legislativa Regional.
A criação do círculo de compensação, que aproveita os "restos" dos votos das nove ilhas, merece as maiores críticas de Costa Neves, ao alegar que, com esta solução os eleitores desconhecem em quem estão a votar.



domingo, março 12, 2006
Rádio Graciosa

