O presidente do Governo Regional açoriano, Carlos César, alertou hoje para a necessidade da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco ultrapassar as carências de meios existentes no arquipélago.
Carlos César - que falava na abertura de um encontro de Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco dos Açores, que decorre na ilha do Pico - afirmou que o trabalho deste organismo tem de ter em conta as especificidades geográficas das ilhas para "responder mais eficazmente aos problemas".
"A formação, o acompanhamento e a fiscalização da actividade das comissões terá de seguir um modelo necessariamente diferente do modelo aplicado no continente português ou mesmo na Madeira", afirmou Carlos César, para quem a realização do encontro permitirá iniciar "um novo ciclo de debate". O presidente do executivo açoriano enfatizou, ainda, que "os custos financeiros que a actividade comporta também são diferentes" nas nove ilhas em relação ao resto do país.
Carlos César - que falava na abertura de um encontro de Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco dos Açores, que decorre na ilha do Pico - afirmou que o trabalho deste organismo tem de ter em conta as especificidades geográficas das ilhas para "responder mais eficazmente aos problemas".
"A formação, o acompanhamento e a fiscalização da actividade das comissões terá de seguir um modelo necessariamente diferente do modelo aplicado no continente português ou mesmo na Madeira", afirmou Carlos César, para quem a realização do encontro permitirá iniciar "um novo ciclo de debate". O presidente do executivo açoriano enfatizou, ainda, que "os custos financeiros que a actividade comporta também são diferentes" nas nove ilhas em relação ao resto do país.



segunda-feira, março 20, 2006
Rádio Graciosa