Rufino Pereira é homem reconhecido na Ilha Branca. Um livro sobre a caça à baleia é um dos seus mais recentes trabalhos. Um livro baseado nas vidas dos nossos baleeiros de tempos passados.
Rufino Pereira esclareceu que foram várias as pessoas a incentivar a escrita deste livro, que é baseado em histórias verídicas, estando, inclusive, referidos factos sobre a sua família, pois foi o seu avô o primeiro homem na Graciosa a apanhar uma baleia.
As memórias do livro remontam a factos desde o Século XIX, embora a caça legal à baleia só tenha tido início no princípio do século XX.
A recolha para o livro foi grande e Rufino Pereira teve de recorrer à delegação Marítima, para a obtenção de documentos relacionados com os barcos e com os baleeiros de outras épocas. Realça que a sua profissão de carteiro também o ajudou muito e reconhece que facilitou na busca dos nomes e das pessoas.
Um dos episódios relatados no livro, e que mais marcou Rufino Pereira, deu-se a Norte da Ilha quando o bote em que se encontrava com outros baleeiros foi atacado por uma baleia, e a mesma, às dentadas, conseguiu destroçar o dito bote.
A vida dos baleeiros Graciosenses, nas memórias de Rufino Pereira.
Rufino Pereira esclareceu que foram várias as pessoas a incentivar a escrita deste livro, que é baseado em histórias verídicas, estando, inclusive, referidos factos sobre a sua família, pois foi o seu avô o primeiro homem na Graciosa a apanhar uma baleia.
As memórias do livro remontam a factos desde o Século XIX, embora a caça legal à baleia só tenha tido início no princípio do século XX.
A recolha para o livro foi grande e Rufino Pereira teve de recorrer à delegação Marítima, para a obtenção de documentos relacionados com os barcos e com os baleeiros de outras épocas. Realça que a sua profissão de carteiro também o ajudou muito e reconhece que facilitou na busca dos nomes e das pessoas.
Um dos episódios relatados no livro, e que mais marcou Rufino Pereira, deu-se a Norte da Ilha quando o bote em que se encontrava com outros baleeiros foi atacado por uma baleia, e a mesma, às dentadas, conseguiu destroçar o dito bote.
A vida dos baleeiros Graciosenses, nas memórias de Rufino Pereira.



sexta-feira, fevereiro 17, 2006
Rádio Graciosa
