O Governo vai reforçar o apoio individual a cada beneficiário do programa de habitação degradada até um montante máximo de 25 mil euros.
A medida foi anunciada por José Contente, secretário Regional da Habitação e Equipamentos, sublinhando que aquele apoio financeiro corresponde a um aumento de 10 mil euros em relação ao valor máximo actual.O governante assegurou por outro lado que, na presente legislatura, o Executivo açoriano vai continuar a incrementar a cedência de lotes a uma média mínima de 300 por ano. O número já ascendeu a 358 lotes em 2005. José Contente garantiu ainda que, até ao final do ano, é possível ultrapassar aquele valor em termos de promoção habitacional nos programas de auto-construção, realojamentos e custos controlados, para além do investimento na habitação degradada.Até ao final da actual legislatura, referiu, será possível atingir um investimento público da ordem dos 60 milhões de euros no Programa Habitação, recordando que os executivos de Carlos César partiram, no âmbito deste sector, de uma situação de grande carência habitacional na Região Autónoma, sendo, por isso, “necessário andar depressa para dar respostas urgentes aos problemas existentes”.
A medida foi anunciada por José Contente, secretário Regional da Habitação e Equipamentos, sublinhando que aquele apoio financeiro corresponde a um aumento de 10 mil euros em relação ao valor máximo actual.O governante assegurou por outro lado que, na presente legislatura, o Executivo açoriano vai continuar a incrementar a cedência de lotes a uma média mínima de 300 por ano. O número já ascendeu a 358 lotes em 2005. José Contente garantiu ainda que, até ao final do ano, é possível ultrapassar aquele valor em termos de promoção habitacional nos programas de auto-construção, realojamentos e custos controlados, para além do investimento na habitação degradada.Até ao final da actual legislatura, referiu, será possível atingir um investimento público da ordem dos 60 milhões de euros no Programa Habitação, recordando que os executivos de Carlos César partiram, no âmbito deste sector, de uma situação de grande carência habitacional na Região Autónoma, sendo, por isso, “necessário andar depressa para dar respostas urgentes aos problemas existentes”.



terça-feira, janeiro 31, 2006
Rádio Graciosa